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Tudo o que você precisa saber sobre imposto de renda

Entenda como funciona a declaração do IR

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O imposto de renda é algo que merece extrema atenção. Quanto mais cedo for entregue melhor, pois assim é mais rápido corrigir possíveis problemas. Lembrando que atrasos podem gerar multas e o não pagamento é crime. Para garantir que tudo vai ocorrer bem, vamos falar um pouco sobre o imposto de renda.

Os Contribuintes

Em primeiro lugar, é preciso saber quem tem a obrigação de declarar. No Brasil, todos os residentes que receberam mais no ano anterior do que um valor mínimo, precisam pagar o imposto.

Para declaração em 2018 referente à 2017, o valor mínimo é de R$ 28.559,70 em rendimentos tributáveis. Para rendimentos não-tributáveis e isentos, esse valor é de R$ 40.000. Além de trabalhadores que arrecadaram mais de R$ 140.619,55 em atividades rurais. Em relação à posse de bens, valores totais maiores que R$ 300.000 precisam ser declarados.

Pessoas que não se enquadram nessas situações são: aposentados, pensionistas com renda mensal menor que R$ 1.903,98 e portadores de certas doenças, que estão isentos do pagamento.

O pagamento

Para efetuar o pagamento, é preciso primeiro definir o valor de acordo com a tabela divulgada a cada ano. Em 2018, os valores da tabela ainda não foram divulgados. No site da Receita Federal é possível fazer uma simulação.

A Declaração e a Restituição

A declaração é muito simples e pode ser feita de duas maneiras principais. A primeira é o aplicativo IRPF para tablets ou smartphones. O segundo é o programa para computadores, que pode ser baixado diretamente no site da Receita Federal. Ambos os programas são simples e autoexplicativos.

Eles envolvem o preenchimento de seus dados como nome, CPF seu e dos dependentes, além de dados bancários para o envio da restituição.

Fora isso, é preciso o envio de certas informações. A melhor maneira de evitar erros e confusões é ter em mãos documentos no momento do envio, de acordo com o que foi pedido. O programa pede o preenchimento dos seguintes dados:

  • Dependentes e Alimentandos, com informações sobre eles;
  • Rendimentos comprovados através de contracheques ou outras provas de benefícios;
  • Imposto Pago/Retido que se refere a tributos pagos do exterior ou com mais de uma fonte pagadora;
  • Pagamentos Efetuados com comprovantes de pagamentos que podem ser deduzidos de forma legal;
  • O mesmo vale para Doações;
  • Bens e Direitos que se referem a bens como terrenos ou ações;
  • Dívidas e ônus reais serão preenchidos para quem tem dívidas maiores que determinado valor;
  • Espólio é no caso da declaração inicial ou parcial de um falecido;

Por fim, as Importações podem ser usadas para importar dados de anos anteriores.

Já a restituição é feita para aqueles que pagaram mais do que deviam a cada ano. É possível consultar no site da receita federal se você tem esse direito.

Caso queria saber mais como funciona o imposto de renda para aplicações financeiras, confira nossa playlist, clicando aqui. Caso você queira conhecer dois investimentos que não cobram imposto de renda, confira nosso artigo LCI e LCA: o que são, rendimento e como investir

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